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Mais um ano vai chegando ao fim e para fechar com chave de ouro, aos que gostam da prática da corrida de rua, será realizada a gloriosa Corrida Internacional de São Silvestre, em sua octagésima quinta (85a) versão.

Você sabe o porquê da famosa prova de rua ter sido batizada de Corrida de São Silvestre? O bom velhinho, que não tem nenhum parentesco com o Papai Noel, natural de Roma (Itália) foi papa e governou a Igreja de 314 a 355 d.C., morrendo no mesmo ano, em 31 de Dezembro. A Igreja o canonizou, antes mesmo de ter morrido, tornando a data o seu dia.  Pensou que o Silvestre tivesse sido corredor de rua? Eu também…

O homem  revolucionou a igreja católica, recolocando-a social e politicamente, sendo oficializada religião do Império Romano. Essa mudança encerrou um período de 300 anos de perseguição aos católicos.

No seu pontificado construiu a Basílica de São Pedro, sobre o túmulo do mesmo, tornando-a a residência dos papas.

Cásper Líbero, fundador da TV Gazeta e de outros veículos de comunicação ligadas a ela, inspirou-se numa corrida de rua noturna, em Paris (França), na qual os competidores carregavam tochas durante a prova (nada comparado ao orgulho gay) e trouxe a idéia para o Brasil.  As primeiras edições da corrida brasileira foram disputadas na passagem de 31 de Dezembro de uma ano para o primeiro de Janeiro do ano seguinte.

Até a sua vigésima edição, a corrida foi disputada apenas por brasileiros. Daí acabou-se a hegemonia dos brasileiros e passou a ser chamada de Corrida Internacional de São Silvestre… O Brasil permaneceu sem títulos entre 1947 e 1979. De 1925 até 2008 as vitórias alternaram-se entre América Latina (destaque para o Brasil com 28 vitórias masculinas e 5 femininas), Europa (destaque para Portugal com 3 vitórias masculinas e 7 femininas) e África (destaque para Quênia com 11 vitórias masculinas e 6 femininas). Nos últimos 16 anos, os africanos levantaram, simplesmente, 13 troféus masculinos e 8 femininos.

O maior recordista foi o queniano Paul Tergat, vencedor por 5 vezes (1995, 1996, 1998, 1999 e 2000).

A distância atual foi definida a partir de 1991 (15 mil metros, anteriormente com 25 mil metros), condição para que fosse incluída no calendário oficial de corridas de rua.

Sente-se na poltrona e assista a mais uma empolgante e vibrante Corrida de São Silvestre! Eu estarei lá nesse ano… E você?

Até a próxima!

Anderson Lopes.

Pesquisadores da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais, desenvolveram nova droga para o tratamento da Hipertensão Arterial… Qual a novidade nisso? Menor risco de efeitos colaterais e a possibilidade de ser administrada, associada a alimento.

Acesse: http://cienciahoje.uol.com.br/150823

Até a próxima!

Anderson Lopes.

Corrida de RuaA Corrida de Rua é um esporte individual que vem crescendo muito entre os amantes de atividade fisica.

Por se tratar de uma habilidade natural do ser humano, todos “conseguem” correr, mas poucos “sabem” correr.

Sou muito questionado sobre a forma correta de iniciar a prática da Corrida de Rua. Claro, cada Treinador tem o seu método, a sua forma de introduzir o cliente nessa atividade. A técnica, se bem trabalhada, pode se tornar o ponto diferencial de menor risco de lesão. O fortalecimento dos grupos musculares envolvidos no movimento também é motivo de atenção.

Os benefícios de sua prática são inúmeros, destacando o aumento da resistência cardiorrespiratória, o gasto energético considerável e a sensação de bem-estar proporcionada.

Mas, todos podem correr? A resposta é “depende”.

Comentei em posts anteriores sobre a importância de uma boa análise clnica e do levantamento das necessidades e limitacões do aspirante a corredor ou para qualquer outra modalidade esportiva.

Consulte um Educador Físico.

Até a próxima!

Anderson Lopes.

RecomeçarJá ouviu alguém se vangloriando, ou mesmo comentando sobre os seus feitos esportivos heróicos e saudosistas? Com certeza sim.

Entrevistei muitas pessoas interessadas no serviço de Personal Training, que, ao serem questionadas sobre o seu histórico de Atividade Física, comentavam o mesmo com muita propriedade e, normalmente, por mais tempo que os outros assuntos pertinentes.

Ter praticado muitas Modalidades Esportivas ou de Atividade Física no passado podem render boas horas de histórias numa bate-papo descontraído, mas não nos dá nenhuma garantia sobre a saúde atual, se não há continuidade da prática física.

Essa experiência é útil no momento da prescrição do exercício físico, pois direciona que modalidades podemos utilizar no programa personalizado a ser elaborado. A capacidade de aprendizado e autocorreção dos exercícios são facilitados, pois o nível de Consciência Corporal do indivíduo é maior e melhor comparado àqueles cujo passado esportivo não foi tão intenso.

Recomeçar exige Persistência e Dedicação.

Até a próxima!

Anderson Lopes.

Treinando numa friaO Outono chegou, e com ele a promessa de dias mais frios… Se assim já está difícil de encarar, imagine no Inverno!

Cuidado redobrado a partir dessa estação! O desconforto da temperatura baixa desestimula o Treinamento Físico, principalmente ao ar livre.
Biologicamente, o nosso corpo identifica essa condição. A precaução de não faltar energia e a preservação da temperatura corporal interna, faz com que busquemos, muitas vezes de forma inconsciente, estocar a maior quantidade possível de reserva energética corporal, para a nossa infelicidade, a gordura.

O motivo acima não é uma ótima oportunidade de não perdermos o rumo do Treinamento Físico? Tanta persistência e dedicação serão deixadas de lado?
Exercitar-se em locais protegidos, no caso, academias, quadras esportivas cobertas, entre outros, podem ser a solução para o desânimo gerado pela temperatura baixa. Agasalhe-se, encha-se de coragem e dê prosseguimento ao seu projeto, rumo ao tão sonhado objetivo!

Até a próxima!

Anderson Lopes.

Persistência e DedicaçãoMuitas sessões de treino físico, tempo e suor em busca do tão almejado objetivo… Você que quer emagrecer, aumentar a massa muscular, melhorar o seu rendimento físico, obter qualidade de vida, qualquer que seja, ele pode vir num curto ou longo espaço de tempo.
A periodização do seu treinamento físico deve respeitar, antes de estar apto a buscar o objetivo propriamente dito, as suas necessidades e limitações físicas (articulações lesionadas, lombalgias, tendinites, etc.) e clínicas (patologias em geral, parâmetros bioquímicos alterados, tais como a glicemia, colesterol ruim, etc.). Evitando essas etapas, a probabilidade de lesão muscular-articular e complicações clínicas é maior, correndo-se o risco de reiniciar a atividade física em fase de reabilitação, assim, adiando o processo seguro e eficaz do exercício físico bem-orientado. O exemplo citado é comumente causa da baixa motivação para continuar treinando.
A genética também possui a sua participação na resposta que o corpo tem ao exercício físico. Cada organismo responde de uma forma aos diferentes estímulos, seja ele muscular, cardiorrespiratório ou de flexibilidade. Devemos sempre evitar a comparação com colegas, amigos ou outros que obtiveram resultados satisfatórios com determinado tipo de treinamento. Testar diferentes métodos é o melhor caminho, e isso pode demandar tempo. A experiência e o feeling do Profissional de Educação Física permitem minimizar o erro na escolha do método mais adequado a cada cliente.
Obviamente, o trabalho multidisciplinar (médico, nutricionista ou fisioterapeuta) traz melhores resultados em todos os aspectos.
É importante que o praticante perceba, a cada semana, os benefícios proporcionados pela atividade física, tais como controle do apetite, qualidade do sono, melhor administração do estresse, maior autonomia para realizar as atividades do dia-a-dia, entre inúmeros outros.
Independente de observar mudanças físicas lentas ou rápidas, lembre-se sempre que a Atitude de Mudar de Hábito Transformará para Sempre o seu Estilo de Vida!
A Persistência e a Dedicação andam juntas nesse processo.

Até a próxima!

Anderson Lopes.

Numa bela manhã você acorda, coloca-se em frente ao espelho do seu quarto e diz a si mesmo “preciso reduzir a minha barriga, preciso melhorar o meu condicionamento físico”… Há sempre a dúvida do primeiro passo para cuidar do Físico, da Saúde e do nosso Bem-Estar. Iniciar uma Atividade Física é fundamental, fato confirmado pelas inúmeras pesquisas científicas da área. Mas, você está apto a se exercitar? Já consultou um médico para investigar a quanto anda a sua condição clínica atual? O profissional de Educação Física necessita, e muito, das informações que são obtidas por um check-up realizado pelo seu médico. Esses exames direcionam a forma como será elaborado o seu plano de Treinamento Físico, além da quantidade e qualidade seguras do esforço realizado no mesmo.

Os profissionais de saúde envolvidos na sua avaliação clínica e na elaboração e monitoramento do seu Programa de Exercícios Físicos também precisam estar devidamente habilitados.

Até a próxima!

Anderson Lopes (Personal Trainer)

Importância do Treinamento Resistido na Prevenção da Diabetes

Importância do Treinamento Resistido na Prevenção da Diabetes

Boa parte dos estudos científicos envolvendo o Exercício Físico e as Doenças Crônico-Degenerativas, disponíveis para consulta, seja pela internet ou em outros veículos de informação acadêmica,  focam as respostas fisiológicas e o impacto na qualidade de vida do paciente.

Mais do que cuidar de uma doença, diagnosticada e confirmada no nosso organismo, é prevenir o surgimento da mesma. Fatores tais como herediteriedade, sexo, idade, hábitos alimentares e de atividade física, entre outros, interferem no risco de alteração do quadro clínico de um indivíduo.

No estudo realizado na Faculdade de Educação Física (Unicamp), analisaram o impacto do Treinamento Resistido (com pesos) em 10 homens, com idade acima de 60 anos,  sedentários e saudáveis (do ponto de vista clínico) sobre o índice de Resistência à Insulina, que antecede o aparecimento da Diabetes Melittus 2, o HOMA (Homeostasis Model Assesment), a Composição Corporal (peso total, massa de gordura e muscular) e a Força Muscular. Este grupo foi submetido a 16 semanas de Treinamento com Pesos. Os resultados foram comparados aos de um grupo controle de 8 idosos (com as mesmas características).

O HOMA dos indivíduos selecionados, antes da pesquisa, apresentou valor abaixo de 2,71. Após o período do estudo, o índice permaneceu com o mesmo valor, sendo que a expectativa era da mesma reduzir. As duas outras variáveis analisadas, Composição Corporal e Força Muscular, apresentaram modificações significantes, ambas muito importantes na prevenção da Diabetes Mellitus 2, amplamente comprovadas e documentadas.

O autor concluiu que estudos com maior duração e intensidades diferentes de esforço podem produzir outras respostas sobre a Resistência à Insulina.

Lembre-se daquela máxima que diz: “Prevenir é melhor que Remediar”… É sábia ou não é?

Até a próxima!

Link da Notícia: //www.saudeemmovimento.com.br/reportagem/noticia_frame.asp?cod_noticia=2778



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